30/10/2009

ENCONTRO DE GESTORES DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO ESTADO VAI ACONTECER NO DIA 10 DE NOVEMBRO


As Unidades de Conservação do Estado da Paraiba estarão discutindo, se capacitando e trocando experiencias neste proximo dia 10 de novembro, no Jardim Botânico Benjamim Maranhão, localizado na Av. Pedro II, durante todo o dia.

O Evento, sob a orientação da Associação Mata Atlantica do Nordeste/AMANE, será o "ponta pé" incial para criação da Rede de Gestores no Estado. Reunindo todos aqueles que se interessam pela temática, e participam das ações de pesquisa, atividades de lazer, comercio e serviços nestas áreas protegidas.

A Lei que regulamenta estas áreas (9.985/2000 - Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza/SNUC) declara, e conclama, a necessidade de envolvimento das comunidades do entorno, pesquisadores, usuarios direto e indiretos, bem como instituiçoes publicas cujo foco de atuação diz respeito ao trabalho nestas UCs, como os órgãos fiscalizadores dos recursos naturais, por exemplo.

Este evento vem reunir todos estes atores e pessoas interessadas em conhecer a tematica, com intuito de informar, capacitar e tornar conhecidos todos estes envolvidos, criando uma grande rede de comunicação e busca comum pela preservação destas Unidades de Conservação enquanto bem de valor inestimável para toda a sociedade.

Neste sentido, Gestores oficiais (indicados pelos órgãos publicos para gerenciarem estas UCs) esperam a participação dos Gestores voluntario (todos aqueles que buscam participar e colaborar com a gestao destas áreas), esperam

PARQUE ESTADUAL PEDRA DA BOCA RECEBE CARAVANA ECOLÓGICA

o Governador do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuiçoes legais, sancionou Lei intitulada "VAMOS CUIDAR DO QUE É NOSSO", prevendo uma atenção especial de todos os setores públicos, principalmente das Escolas, para que conheçam, valorizem e passem a utilizar as Unidades de Conservação e áreas naturais protegidas de todo o Estado, de forma responsável.
Na Paraiba, são 16 Unidades de Conservação e uma quantidade considerável de áreas protegidas (APPs), muitas utilizadas turisticamente, outras para pesquisa e outras para moradia com sustentabilidade a apartir da inclusão da natureza como parte do grande condomínio (APAs).
Neste cenário de beleza, natureza preservada (ou com necessidade extremada de preservação) e área para lazer ao natural, as Unidades de Conservação acabam prestando uma infinidade de serviços ambientais a sociedade. Regulando os efeitos do clima, resguardando água potável em nascentes, cachoeiras, cursos d´água, mantendo vivo um patrimônio genético com capacidade para uso na farmacologia, bem como campo de estudo para Universitarios e pesquisadores institucionalizados. Realizando o sequestro de carbono e alimentando o ar puro, principalmente nos grandes centros, as Unidades de Conservação oferecem para os alunos das mais variadas etapas de escolaridade, um campo aberto de assuntos referentes a biologia, ciencias, geografia, historia, letras, matematica, e outros ligados ao mundo natural e histórico-cultural por suas razoes de abrigo primitivo para índios e animais pre-históricos.
Por esta razão, e como interessada em fazer valer uma Lei tão importante, e que não pode ficar só no papel, a Coordenadoria de Educação Ambiental em Conjunto com a Coordenadoria de Estudos Ambientais desta superintendencia, resolveram abraçar a causa e criar a CARAVANA ECOLOGICA. Com total apoio da Diretoria Técnica e da Superintendencia do órgão ambiental SUDEMA, as Unidades de Conservação servirão de palco para envolvimento da população escolar paraibana, principalmente aqueles no entorno das UCs, onde serão motivadas a valorização, utilização sadia, campo de estudos e identidade local.
Neste caso, o Parque Estadual Pedra da Boca, um importante sítio geológico, arqueologico, florestal (vegetação de topo de morro), animal (ainda resitem espécie raras da caatinga), e turistico (recebe um número grande de visitantes estrangeiros), dá inicio a caravana Ecológica e abre uma serie de outras Cavaravanas que serão realizadas ao longo dos meses e do Estado.
Para esta carvana já foram realizadas REUNIÕES no Municipio de Araruna com Vereadores, Prefeitura, Professores, e agentes formadores de opinião local, bem como, com a Escola Maria Geni no Bairro de Tambia em João Pessoa. Esta escola, sairá da Capital, para visitar o Parque Estadual em Araruna, encontrando-se com escolas local na área em questão.
Integrar, valorizar, participar e principalmente, conhecer nossas riquezas e patrimônio ambiental será a grande questão desta caravana.

19/10/2009

DA TEORIA A PRATICA DE UMA GESTAO PARTICIPATIVA EM UC DE PROTEÇÃO INTEGRAL


Fotos: reunião com comunidade local; premio melhores praticas ambientais no NE e Presidente Sebrae Nacional em vista ao Projeto

Uma Unidade de Conservação (UC) é uma área protegida para salvaguardar um patrimônio coletivo, seja ele natural ou histórico cultural. De quem e para quê é uma pergunta que nunca se cala quando a motivação é a restrição do “ir e vir” público, pela necessidade um grupo humano ter preservado, para contemplação, melhoria dos efeitos climáticos, pesquisa, etc, sobre outro grupo igualmente humano, com intenções depredadoras pela necessidade de subsistência, lazer ou, uso daquilo que lhe pertence pura e simplesmente (propriedade privada). As unidades de conservação, no geral, se dividem em “de proteção integral”, ou quando não se permite fixar moradia em seu interior, por nenhuma hipótese. E “de desenvolvimento sustentável”, ou quando a moradia é permitida, porém, a partir de uma política de proteção do mínimo possível. Neste caso, do mínimo necessário para a manutenção de um patrimônio que motivou sua criação. O envolvimento de pessoas outras, alheias aos órgãos responsáveis legalmente por sua criação, não é tarefa das mais fáceis. Mesmo porque, é muito recente o clamor público pela necessidade de preservação da natureza. Outrora, tão somente os ambientalistas radicais (bichos-grilo de outrora) eram os defensores solitários da proteção integral de espaços naturais. Hoje, junto a estes ambientalistas (não mais tão radicais como outrora), aliam-se fiscalizadores e profissionais “gestores ambientais” de órgãos públicos e ongs, unindo forças e saindo à luta para proteger uma natureza que eles entendem necessários para sobrevivência humana de absolutamente todos na terra.
Porém moradores de muitas destas áreas, usuários históricos ou compradores de lotes para veraneio (no caso de áreas praieiras ou condomínios rurais), ainda relutam para cederem suas áreas em nome de uma preservação/conservação mundial, que vai de encontro ao seu beneficio pessoal. A tarefa de uma área protegida transformada em Unidade de Conservação, não é tão somente a preservação, ou uso sustentável. É o uso destas áreas como espaços alternativos de educação ambiental, cidadania participativa e, principalmente, multiplicadores do ideal ambientalista, ou do anti-consumista desenfreado de produtos ligados diretamente a degradação inconsciente da natureza. A Lei Federal 9.985/2000 e seu Decreto regulamentador 4.340/2002 definem o compartilhamento na gestão destas áreas pelo órgão gestor/criador, com a sociedade civil organizada e outros órgãos públicos de interesse no lugar. Para efetivação deste ponto da Lei, ou da criação de uma gestão participativa, cabe ao órgão gestor, em primeiro plano, e ao gestor por ele encarregado, em segundo plano, entender e assumir sua responsabilidade de não só responder pela proteção, mas pelo compromisso de dialogar permanentemente com a sociedade direta e indiretamente interessada, em busca de uma opinião formada em favor do bom senso na utilização de recursos naturais de uso e interesse coletivo de forma privada, ou direcionada para poucos.
Ao assumir esta política de por a Lei em pratica, o que não é comum no País do jeitinho, ou das – tão somente - partes da Lei que lhes beneficia, o Gestor da Unidade de Conservação acaba incorporando um processo que ainda não tem método e nem resultados positivos suficientemente capazes de orientar sua administração. Buscando o máximo de eficiência e o mínimo de perda nos resultados alcançados, o Gestor, chamado de Chefe (sem tribo e sem documento, pela não regulamentação da profissão), acaba sempre, sendo um desbravador solitário e solidário com uma causa que muitos discursam apoio, porém esquecem-se de praticar. Com outros apoiando em demasia, enquanto o “orçamento financeiro” puder lhe apoiar. Nesta responsabilidade compartilhada pelo Artigo 225 da Constituição Federal/CF, e pela Lei 9.985 do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza/SNUC, cabe ao Gestor da UC, ser o fomentador das ações ambientais, e do compartilhamento com os demais setores. Não esquecendo a “rebordosa” daqueles que se sentem invadidos em sua privacidade, ou espaço de uso cotidiano, pela criação da Unidade de Conservação. No dizer de Diegues, sociólogo da USP, “meu quintal virou parque”, título de um livro. Entre os anos de 2003 a 2006, tivemos a experiência de Gerenciar uma Unidade de Conservação, com o objetivo de produzir informações sobre esta pratica, para a confecção de uma dissertação de mestrado. Na oportunidade, trabalhando como VOLUNTÀRIO , fora iniciada a gestão em uma UC com aproximadamente 3 (três) anos de criação e até então, sem gestor. Este ambiente já freqüentado por aventureiros e esportistas de aventura, bem como, romeiros, foi transformado em Área Protegida, a pedido dos freqüentadores escaladores e turistas de aventura. Os mesmos solicitaram do Prefeito Municipal (praticante de esportes de aventura na época) cujo tio era Governador do Estado, na época, a transformação do lugar em um Parque Estadual. Após estudos e conversas com a comunidade, o local “virou parque”. Como praticante de esportes de aventura e pesquisador com um projeto de Mestrado na área, passamos a condição de Chefe da UC, de forma voluntária para, a partir do fomento de atividades relativas a gestão, poder estudar o envolvimento e os resultados obtidos daqueles que demonstravam interesse na gestão do lugar, com alguns até já agindo de forma isolada. Neste caso, destaca-se em linhas gerais, a montagem de um ESPAÇO DE DIALOGO PERMANTE com cursos, feiras, e eventos de capacitação e fomento para os moradores do entorno e freqüentadores assíduos, reuniões do Conselho Gestor e visitas as comunidades do entorno. Apoiados financeiramente pela SUDEMA, em transportes e diárias de voluntario, SEBRAE patrocinando cursos e camisetas, e tirando do próprio bolso (pela condição de Chefe voluntário obrigado a produzir para ter um resultado na pesquisa de mestrado), acabamos empreendendo uma série de atividades previstas em Lei (9.985/2000). Com outras não tão previstas assim, porém necessárias para avaliarmos a intenção e a necessidade de envolvimento público na gestão de uma UC, bem como, o significado e a efetivação do seu resultado. Assim foram empreendidas uma seqüência de ações abaixo relatados: 1. Reunião com moradores do interior (pela condição de criação e não gestão, ainda moravam pessoas dentro) e do entorno imediato; 2. Reunião e Trabalho de Diagnóstico com usuários assíduos (escaladores, rapeleiros e montanhistas); 3. Reunião para montagem do Conselho Gestor; 4. 10 (dez) reuniões do Conselho Gestor composto por: SEBRAE, Prefeitura de Araruna, Campo de Santana, Passa e Fica-RN, Universidade UNIPE, Policia Florestal, Grupos de Aventura, Igreja de Araruna (pelo santuário no local). Outros grupos e instituições foram convidados, porem não aceitaram participar pela condição de transporte e diárias não existir; 5. Plano de Ação Emergencial foi montado em dois dias de reunião intensivo; 6. Curso com os voluntários (freqüentadores assíduos e moradores do entorno) de: Conduta consciente em Unidades de Conservação, Turismo em Unidade de Conservação, Manutenção e recuperação de Trilhas; Interpretação de Trilhas; Socorros de Urgência; Técnicas de Resgate Vertical; Fiscalização Voluntaria; 7. Semana do Meio Ambiente e apoio ao dia das crianças realizado pela APE; 8. Acompanhamento e apoio a Pesquisa de fauna e flora;2 (duas) feiras: “Feira, Fuxico e Aventura”;
Neste sentido, e enquanto conclusão de pesquisa e solução de continuidade para a pratica da gestão ficou a necessidade de uma educação pública voltada para a participação naquilo que se convenciona juridicamente chamar de direito difuso (bem que interessa a todos) validando o referendo da Constituição Federal no seu art. 225, dizendo que é dever de todos cuidar da natureza e participar em sua gestão. Tirando dos poderes públicos a exclusividade sobre a identificação, vistoria e ação das degradações e abandonos ambientais existentes. Cabendo ao poder público, e ao terceiro setor, enquanto entidade da sociedade interessada em fazer a defesa da coletividade, fomentar este pensamento participativo no grande público.
Só dotando a sociedade, no geral, de ferramentas e conceitos relativos a participação popular nas ações difusas é que não só teremos a validaçao de nossa COnstituição Federal (1998) ná pratica, mas também a Gestão Participativa em nossas Unidades de COnservação (9.985/2000) de forma plena.

Fotos de Algumas das reuniões do conselho e de cursos para usuários e voluntarios
ENDEREÇO PARA ENCONTRAR DISSERTAÇÃO COMPLETA EM PDF

13/10/2009

AÇOES CONJUNTAS PARA O PROJETO PRAIA LIMPA E GESTÃO DE AREIA VERMELHA NO VERÃO FORAM DISCUTIDAS

Em reunião realizada na sala da Diretora Técnica da SUDEMA, técnicos da Prefeitura Municipal de Cabedelo, Cordenação de Estudos Ambientais e Cordenação de Educação Ambiental da SUDEMA, bem como, Capitania dos Portos e Cia PM Forestal, discutiram açoes conjuntas para amenizar os efeitos degradares da visitação turistica no Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha. As ações, vistas por todos, ficou em torno da necessidade de criar um regulamento interno para uso da área. Neste caso, após idealizado por este pequeno grupo, o mesmo deverá ser discutido e aprovado pelo conselho gestor, para então, ganhar publicização. Este documento das ações e das necessidades de conduta dos visitantes, deverá ser divulgado principalmente junto as escolas, guias e taxistas, complementando uma série de palestras e capacitações, para que os mesmos possam servir como agentes multiplicadores da necessidade de preservação do lugar. Criar uma consciencia ambientalmente sadia para os visitantes de Areia Vermelha é mais que uma necessidade no momento, é uma busca por fazer com que todos entendam o real objetivo do lugar.
Este ciclo de atividades deve passar por educação ambiental em ambientes recifais, pesquisa, lazer e contemplação da natureza, visando a busca por um uso do lugar a partir dos sons, colorido dos animais marinhos e vegetação e a morna e transparente agua do oceano atlantico. Longe, neste caso, das bebedeiras, "farofadas" e barulheira de motores e sons mecanicos produzidos pelos atuais frequentadores da ilha.
Neste caso, criar uma conduta voluntaria de visitação "de mínimo impacto" é uma ação que passa por todos aqueles responsaveis pela fiscalização dos recursos naturais enquanto direito difuso (direito de todos). Principalmente pelo órgão gestor da Unidade de Conservação que está elaborando um plano de uso interno do Parque Estadual Marinho, para apresentar ao Conselho Gestor e a comunidade, antes de sua efetiva aprovação e pratica.

06/10/2009

TÉCNICOS DISCUTEM IMPLEMENTAÇÃO DE PLANO VERÃO PARA AREIA VERMELHA

Em reunião realizada na sala da Diretora Técnica da SUDEMA, ténicos da Prefeitura Municipal de Cabedelo, CEA e CEDA/SUDEMA, Capitania dos Portos e Cia PM Forestal, discutiram açoes conjuntas para amenizar os efeitos degradares da visitação turistica no Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha.
As ações vistas por todos foi em torno das necessidades de criar um regulamento de uso interno da área, publicizar as ações e as necessidades de conduta dos visitantes, bem como, junto as escolas, guias e taxistas, realizar uma série de palestras e capacitações, para que os mesmos possam servir como agentes multiplicadores da necessidade de preservação do lugar.
Criar uma consciencia ambientalmente sadia para os visitantes de Areia Vermelha é mais que uma necessidade, é uma busca por fazer com que todos entendam o real objetivo do lugar. Este passa pela educação ambiental em ambientes recifais, pesquisa, lazer e contemplação da natureza, com seus sons, colorido dos animais marinhos e vegetação e a morna e transparente agua do oceano atlantico. Longe, neste caso, das bebedeiras, "farofadas" e barulheira de motores e sons mecanicos produzidos pelos atuais frequentadores da ilha.
Neste caso, criar uma conduta voluntaria de visitação "de mínimo impacto" é uma ação que passa por todos aqueles responsaveis pela fiscalização dos recursos naturais enquanto direito difuso (direito de todos). e principalmente pelo órgão gestor da Unidade de Conservação que está elaborando um plano de uso interno do Parque para apresentar ao COnselho Gestor e, após, discutir com a comunidade para, assim, ser publicado e utilizado por todos.

01/10/2009

PARQUE ESTADUAL MARINHO DE AREIA VERMELHA ASSINA TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA PARA BARRAQUEIROS

O Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha, enquanto Unidade de Conservação localizado em um banco de areia que surge em "mare baixa", teve um Termo de Ajustamento de Conduta assinado neste dia 30 de setembro de 2009, na Promotoria Publica de Cabedelo.
O referido documento se justificou pela forma indiscriminada dos corais, fauna e flora marinha, e pela necessidade de regulação dos comerciantes frente a preservação do local. Neste caso, coberá aos comerciantes, a partir de então, terem seu comercio de forma flutuante. Não mais, estacionando em cima do fragil ecossistema local.
Esta medida, discutida no Conselho Gestor da Unidade de COnservação, teve seu fechamento, no MPE, para que o cumprimento passe a não só ser validado, mas também, tenha um prazo de adequação para todos. No caso, quatro meses a contar da data de assinatura do TAC.

28/09/2009

REUNIÃO PARA CONSTRUÇÃO DO PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL DO PARQUE ESTADUAL DO XEM-XEM SEM MUITOS AVANÇOS

Contando com praticamente o mesmo público das reuniões anterios, a reunião para fechamento do Plano de Ação Emeregencial do Parque Estadual Mata do Xem-Xem, em Bayeux-PB aconteceu com a apresentação de projetos efetivos para serem postos em pratica de imediato no local.
Os participantes, SPM-NE, Caritas, Fundação Dom Helder, Juristas Populares de Bayeux, Fundação Margarida Alves, Vereador e outros pesquisadores, estiveram presentes e propondo açoes de envolvimento da comunidade, envolvimento de pesquisadores e utilização da área como meio de lazer e aprendizado sadio para as comunidades que se encontram no entorno.
Na ocasião foram propostas SEMINARIO, FORMAÇÃO DE AGENTES AMBIENTAIS COMUNITÁRIOS, DIVULGAÇÃO DAS AÇEOS NO ESPAÇO ECOLOGICO DA RADIO, CAMPANHA NAS ESCOLAS, ARTICULAÇÃO COM OS PODERES PÚBLICOS JUDICIAIS, LEVANTAMENTO FLORÍSTICO, PRODUÇÃO DE MUDAS, VIVEIRO ESCOLA, FEIRA e FORMAÇÃO DO CONSELHO GESTOR.
A reunião não foi mais proveitosa, pela ausencia de parceiros importantes como a PB-Gás (com duto passando no local), INFRAERO (com pisto na zona de amortecimento da UC), Prouradoria Pública, Policia Florestal e Prefeitura Municipal. Todos atores importantes para a efetivação das açoes pelo suporte lógistico e financeiro necessario na execução.
Uma nova reunião ficou agendada com a promotoria pública, para que a mesma possa solucionar a problemática de junção de todos.
O interesse na construção coletiva e no resultado positivo das ações já planejada, move os atores até entáo presentes, para uma continuidade e persistencia naquilo que fora vislumbrado como solução para o local.
Assim, espera-se que dentre em breve possamos ter não só o plano de ação emergencial concluido, mas suas açoes em andamento.

25/09/2009

ACONTECEU O ENCONTRO BRASILEIRO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Com o tema CONSERVAÇÃO DE ÁREAS NATURAIS NO MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO aconteceu, entre os dias 21 a 24, o VI Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, dentro das dependencias da Faculdade Positivo, em Curitiba - Estado do Parana.
Contando com palestrantes brasileiros e extrangeiros de renome na atualidade das questões de pesquisa e políticas ambientais. Durante o evento, as dicussões foram direcionadas para as causas e consequencias do AQUECIMENTO GLOBAL, e a importancia das UNIDADES DE CONSERVAÇÃO e ÁREAS PROTEGIDAS na mitigação dos seus efeitos.
Em um contexto geral, os palestrantes se diviram em duas bases de contextualização: Uma técnica acadêmicas, apontando as necessidades de preservação dos ecossistemas vitais para o equilibrio de ambientes e biomas, bem como a preservação da diversidade biológica. Neste caso, as Unidades de Conservação e Áreas Protegidas, tem um papel de destaque importante neste cenário. Para aqueles cuja linha de pensamento partia do técnico para o político, relacionando as questões de degradação atual da natureza ao não pagamento pelos serviços ambientais prestados nas áreas onde a mesma é, ou está sendo, preservada. A política de preservação, para estes analistas do assunto, deve passar por uma compensação financeira, para aqueles que buscam cumprir cumprir a Lei. Os expositores, foram unanimes em dizer que não se tratava de premiar alguem por estar fazendo sua obrigação, e sim, criar um efeito motivador para quem, com sua ação estaria beneficiando uma grande quantidade de pessoas. Muitas, inclusive não tendo nem um pequeno ramo de campim em sua casa para preservar. Os agricultores e proprietarios rurais, neste caso, estariam abrindo mão de uma pedaço de sua propriedade, que lhe geraria lucro, para preservar em prol, ou em nome, daqueles que moram longe do campo e nada pagam por este serviço ambiental que ele oferece com sua preservação.
Assim sendo, as Unidades de Consevação, a partir deste VI Encontro de Unidades de Conservação, assume um papel de desenvolver estratégias locais, mostrando a população seus serviços prestados, em termos de guardião da beleza cênicas natural capaz de atrair visitaçao, preservação de biomassa, fauna, flora e recursos hidricos, bem como, minimização dos impactos do clima e sequestro de carbono. Necessitando, no caso, de contabilizar estes benefcios, em termos econômicos, para assim bem demonstrar seu valor, em um mundo capitalista, buscando investimentos, públicos e institucionais a partir desta valoração e valorização.

21/09/2009

ENCONTRO NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO INICIA

O VI encontro brasileiro de unidades de conservação, promovida pela fundação o boticario, com apoio de outras entidades, dentre elas o ministerio do meio ambiente, teve inicio neste dia 20 e findará no proximo dia 24. O encontro que reune mais de 2.000 (duas mil) pessoas esta acontecendo na Expo-Unimede em Curitiba. e a paraiba esta marcando presença.breve novas imformaçoes.

19/09/2009

DUAS REUNIÕES ACONTECERAM NO ULTIMO DIA 15 E 16 NA APA DAS ONÇAS

Duas reuniões foram realizadas na APA das Onças, em Sao Joao do Tigre, no último dia 15 e 16 de setembro. Com o objetivo de estabelecer calendario de açoes visando o evento de valorizaçao da cultura e meio ambiente local.
Neste caso, ficou estabelecido em reuniao com articuladores da cultura local, que sera feito um evento no final de novembro reunindo literatura de cordel, cantadores, dançarinos e artesao. Reunindo tambem, as pegas de boi, laço de bode e missa do vaqueiro com aboiadores. COlocando a disposiçao dos participantes, uma trilha do cangaço e uma trilha ecologica por dentro de um dos recantos mais preservados do estado da paraiba.
Em segunda reuniao, foram reunidos o Sebrae, Camara de Vereadores e Sudema afim de discutirem participaçao do municipio em evento intitulado Encontro dos Povos do Kariri. Neste evento, serao destaques, nao so as manisfestaçoes artistico, culturais e economicas local, mais a necessidade de preservacao da base ambiental sustentadora do Povo Karirisense. Este evento sera em novembro na cidade de sao joao do cariri.

08/09/2009

REUNIÃO DO PLANO DE AÇÃO EMERGENCIAL PARQUE ESTADUAL DO XEM-XEM FICOU EM DUAS ETAPAS


O Plano de Ação Emergencial para o Parque Estadual Mata do Xem-Xem, teve inicio nesta tarde do dia 04 de setembro, acordado anteriormente, porem com um número reduzido de participantes. A ausência dos setores representativos da sociedade de maior poder político para realizar ações maiores em prol da UC não compareceram.
Apesar da ausência destes poderes maiores, os presentes realizaram a primeira fase apontando os problemas que vem ocorrendo na Área Protegida e todo o seu potencial para desenvolvimento de atividades ligadas a preservação, geração de emprego e renda, educação ambiental e lazer da comunidade que carece de um ambiente para recreação sadia.
Contando com a presença de representantes da Associação de Juristas Populares de Bayeux, Fundação Caritas, Fundação Dom Helder Câmara, Pastoral Social, Fundação Margarida Alves, e moradores do entorno, foram discutidos temas de relevante interesse social e ambiental. Apontando, logo em seguida, a necessidade de uma nova tentativa para convocar os poderes públicos e civil, ausentes na reunião, porem com grande relevância na execução do projeto em tela.
O Plano de Ação Emergencial se constitui como um documento pactuador de ações compartilhada por todos aqueles que têm interesses diretos e indiretos na preservação das Unidades de Conservação. Construído de forma participativa, ele prescreve atividades e ações de proteção enquanto o Plano de Manejo (documento fundamental para a gestão da UC) não se conclui.
Assim sendo, e demonstrando um grau de interesse e de politização bastante forte, o grupo sentiu-se obrigado a marcar um novo encontro, com a presença de poderes maiores como Curadoria do Meio Ambiente local, Exercito situado no entorno, INFRAERO com pista na zona de amortecimento da UC, PBGas com canalização no interior do PARES, Câmara de Vereadores, Prefeitura, entre outros, convidados para este primeiro momento, porem ausentes nas discussões que se findaram.

02/09/2009

RENOVANDO AS ESPERANÇAS DOS GESTORES DE UC`S DO ESTADO


Foi em ritmo de "terapia de grupo" que a AMANE (associação para proteção da mata atlantica do nordeste), sediada no Recife-PE realizou uma reunião com todos os gestores de Unidade de Conservação da Paraiba.
A AMANE tem buscado reunir os gestores das UC´s e todos aqueles que buscam contribuir com sua manutenção, visando sua capacitação e continua comunicação. Esta última, sendo necessaria para uma permanente ligação entre os gestores de cada Estado, uma vez que não existem forum, ou reuniões deste tipo, e da Região nordeste como um todo, onde o modelo, ou a falta dele, se repete.
Na reunião, alem de ouvirem a socialização dos problemas e das necessidades de cada gestor em suas respectivas Unidades, puderam coletar informaçoes sobre os temas a serem discutidos em um provável encontro que marcado para o mês de novembro próximo.
Reunindo gestores de UCs e areas públicas protegidas (Parque Zoobotânico Arruda Câmara, Jardim BOtânico) das esferas federal, estadual e municipal, o encontro serviu para renovar as esperanças dos gestores, quando se aponta no final, a necessidade e a possível efetivação de uma união entre os mesmos para, somados, buscarem soluções conjuntas e satisfatorias em torno do ideal da conservação/preservação de uma natureza que necessita desta união.
Neste sentido, aqueles que trabalhando como gestores, conselheiros, voluntários, pesquisadores e até meros usuários (possíveis envolvidos no futuro), podem aguardar este grande encontro.

OBS.: A reunião se deu em um lugar improvisado, como improvisado é nossa vida de Gestor de Unidade de Conservação. O importante foi a lição "no final, com boa vontade, algo de bom sempre acontece." Bons Ventos para a AMANE em sua empreitada e jornada nas estradas do Nordeste e para todos os nossos destemidos e desbravadores gestores.

31/08/2009

DIA 04 DE SETEMBRO ACONTECE A REUNIÃO PARA CONSTRUÇÃO DO PAE PARQUE ESTADUAL MATA DO XEM-XEM

Será dia 04 de Setembro de 2009, nas dependencias do DOM HELDER, a reunião para construção do Plano de Ação Emergencial Parque Estadual Mata do Xem-Xem.
A Reunião pretende contar com as presenças do MINISTERIO PÚBLICO, PREFEITURA MUNICIPAL DE BAYEUX, PBGgás, SUDEMA, VEREADORES, JURISTAS POPULARES, INFRAERO, ESCOLAS DO ENTORNO e outros interessados.

O Plano de Ação Emergencial é algo previsto por Lei Federal (9.985/2000) e reza a pactuação de atividades mínimas enquanto o Plano de Manejo (documento que demonstra todo os atributos do Parque Estadual) nao saí em definitivo. O Plano de Manejo do lugar está em processo de elaboração e até seu termino, todos poderão contribuir pactuadamente.

24/08/2009

PARQUE ESTADUAL DO JACARAPÉ EM PROCESSO DE DESOCUPAÇÃO


O Parque Estadual do Jacarapé, situado entre as praias do Sol e da Penha (norte e sul), Oceano e Rodovia Costa do Sol (Leste e Oeste), na grande João Pessoa, tem mais de 80 residencias completamente irregulares no seu interior.
A área foi decretada como Unidade de Conservação de Proteção Integral, no ano de 2002, não permitindo qualquer tipo de ocupação resdencial humana dentro dos seus limites. Mesmo anterior a criação da Unidade de Conservação, o lugar já pertencia ao Patrimônio da União, por ser área de marinha. Neste caso, todas as residencias nela localizadas, estão em terrenos sob a influencia de maré. Por tanto, em Área Protegida independente, da criação do Parque Estadual.
Apesar de autuações do IBAMA e da SUDEMA, multando e embargando obras, os residentes/invasores, contam com serviços públicos de agua, energia, telefonia, asfaltamento e até ônibus na porta.
Uma Ação Judicial, empetrada pela Procuradoria Geral da Republica, provacado pelos moradores/invasores do local vem, não só protelando sua saída, mas impedindo o pagamento das multas já arbitradas - por mais de uma vez - a todos os ocupantes irregulares do lugar.
Sem parar com seus trabalhos e, na atualidade das discussões, a SUDEMA, agora em parceria com a GRPU, vem procurando identificar os verdadeiros pescadores, ou residentes tradicionais, como diz a Lei (9.985/2000). O que não é tarefa facil, uma vez que a maioria deles, mesmo tendo outros empregos (Professores federais, Advogados, Policiais Militares de patente, Egenheiros, etc) alegam terem a carteira de pescador expedida pela Associação de Pescadores do local. Como chegar ao nome dos verdadeiros pescadores, é uma questão que se encontra pendente, porem em andamento.
Enquanto estas soluções não chegam, as residencias continuam sendo vendidas e revendidas, ampliadas e reformadas, com valores superiores até a 80.000 mil reais (é muito pescado artesanal) na calada da noite e nas entre visitas do órgão ambiental.
Se lembrar-mos que cada um já carrega consigo duas multas sucessivas, e sumariamente embargadas pela justiça, com sua retirada protelada pela mesma até que a ação se dê por encerrada, não se tem muito o que fazer no local a não ser esperar... e torcer para que sobre algo a ser preservado depois do veredito final.

21/08/2009

O SERVIÇO VOLUNTARIO NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO ESTADO DA PARAIBA


O Serviço voluntario foi criado no mundo para oferecer oportunidade de ajuda, e aprendizado, aqueles que tiverem o interesse pessoal, e expontaneo, em contribuir para o desenvolvimento de uma ação que pública, poderia ser melhor apreveitada se houvesse um engajamento popular na defesa da causa. Neste caso, numa melhor linguagem "a população arregalçando as mangas" e contribuindo para um melhor desempenho de dada tarefa conferida ao poder público.
No mundo inteiro o serviço voluntario tem crescido, e tem oferecido oportunidade para muitos adquirirem experiencia como primeiro emprego, auxiliando profissionais na execução de tarefas.
No Brasil, pais em desenvolvimento, e com uma grande necessidade na geração de emprego e renda, o voluntariado surge com uma celeuma. Porque contibuir de forma voluntaria, e não ser contratado oficialmente para exercer tal função? Porque devo contribuir "de graça" com as açoes obrigatórias do Governo?
Mesmo com estas perguntas sem respostas até hoje, o serviço voluntario cresce e se desenvolve, a cada dia. A Lei 9.608/1998, determina o que seja e como deve agir um voluntario. No caso das Unidades de Conservação, o Decreto nº 4.519 de 13 de dezembro de 2002 vai dispor sobre o serviço de voluntários nas UCs, determinando sua funcionalidade e operacionalidade. Neste caso, salvaguardando o voluntário de riscos administrativos, penais, econômicos-financeiros, trabalhistas e tudo o mais que poderia vir a descaracterizar, ou desvirtuar, o serviço tão bem intencionado e encaminhado por seus idealizadores e interessados de um modo geral.
Na Paraiba, entre os anos de 2003 a início de 2009, o órgão ambiental do estado resolveu ocupar os cargos de chefia de unidades de conservação, com voluntários, oportunizando por uma parte, um grande exercicio de aprendizado aqueles que se sujeitaram a tal regime. Estes puderam por em pratica, projetos e interesses contributivos, em via dupla, de ganhos ambientais imensuráveis do ponto de vista numérico. De outra parte, a dependencia criada pela Unindade de Conservação, deste trabalho de chefia voluntario e, da parte do gestor voluntario, de um ressarcimento permanente e fechado em números (salario disfarçado), acabava deixando uma imenso buraco, na gestao do lugar e nos bolsos dos voluntarios, quando do bloqueio momentaneo destas "diárias" (na Lei 9.608/1998, chamada de ressarcimento de despesas comprovadamente realizadas no desempenho das atividades de voluntário).
A nova gestão tecnica administrativa do órgão ambiental estadual, vendo a distorção entre a Lei e pratica da Lei do voluntariado, resolveu por fim a esta pratica inrregular para ambos os lados (Orgão e Voluntario) e estudar uma nova forma de dotar as UCs de Chefia. Não sendo novidade para aqueles que conhecem ou pesquisam a vida da UCs, a falta de chefia na maioria delas espalhadas pelo pais.
Isto posto, justifica-se o atual quadro de Chefia das UCs no Estado, com a ausencia dos voluntarios, e a "marcha lenta" na confecção dos Planos de Manejo pelo diminuida em mais de 50% no nosso quadro de trabalho.
O Serviço Voluntário é uma realidade, necessita de sua politica de continuidade, por ser uma escola de cidadania e oportunidade de aprendizado para seus interessados. Porém, o compromisso com a responsabilidade moral e ética na direção dos órgãos públicos deverão prevalecer para que voluntarios não venham a ser explorados por querer fazer o que gosta a qualquer preço. Neste caso, o preço do descaso público ou dos seus dirigentes que empregam sem 13º, férias, FGTS, Seguro desemprego, PIS/PASP, Seguro Saúde outros ganhos mais, gente que está afim de praticar aquilo que aprendeu, ou está aprendendo, e não dispoe de um verdadeiro emprego para se adequar.
Vamos sim ser Voluntario em Unidade de Conservação, porém, dentro das BASES LEGAIS DO TRABALHO VOLUNTARIO, regido pela Lei 9.608/1998 e seu Decreto 4.519/2002. Este trabalho não só dignifica o homem, pelo contato e aprendizado a partir da natureza, como também oporniza um contato permanente e salutar entre pessoas afins e potencial de desenvolver outros projetos e empregos verdadeiros.

POPULAÇÃO DE BAYEUX BUSCA PARCERIA COM SUDEMA PARA GESTÃO DO XEM-XEM


Um grupo de Juristas Populares, Pastoral Social e ativistas culturais do Entorno da Mata do Xem-Xem, vem desenvolvendo um trabalho coletivo e socio-educativo para preservação do lugar. Contando com mais de 50 pessoas, o trabalho diz respeito não só a palestras e visitas a mata, mas plantio e limpeza do lixo acumulado ao longo das margens e no interior da UC.
Buscando adequar as ações, e aproveitando o interesse coletivo e desbravador da comunidade, a SUDEMA/CEA, foi ao encontro deste coletivo atuante para sistematizar estas ações e buscar uma realização conjunta e documentada oficialmente, com o intuito de fortalecer e fazer pública todas as realizações diretamente ligadas ao Parque Estadual Mata do Xem-Xem.
Em um primeiro momento, ficou acordado uma proxima reunião para elaboração do Plano de Ação Emergencial, onde os envovidos serão ampliados. Neste caso, serão convidados, Prefeitura Municipal, Infraero, Policia Florestal, Promotoria Pública, Escolas, Camara de Vereadores, etc.
A descontinuidade na Gestão Pública, e até a falta de visão e experiencia administrativa de alguns gestores no assunto, fazem com que, a natureza fique completamente a mercê da sua propria sorte. Sendo o caso da Mata do Xem-Xem, que ora encontra uma população buscando degradar por completo o lugar, retirando lenha, atirando lixo e dando outros usos degradadores para o local. Ora encontrando ações de vigilancia e ativismo ambiental como este descrito acima pelos coletivo atuante.
A Reunião acontecerá dia 04 de setembro de 2009, as 14:00hs, na Ong Dom Elder, protamente disposta a contribuir.

17/08/2009

APA das Onças é cenario para equipe de TV


A Area de Proteção Ambiental das Onças, em São João do Tigre-PB, serviu de palco para uma equipe de TV local, desenvolver uma série de reportagens sobre o trabalho das rendeiras e dos atrativos naturais e culturais dentro da APA.
A TV Tambaú, emissora presente no local, visitou entre os dias 14 e 15 de agosto de 2009, parte dos 35.000 hectares de area protegida. Entrevistando rendeiras isoladas na imensidão da caatinga e nas comunidades, ex-caçadores, aboiadores, cantores, músicos, laçadores de bode e outros residentes dentro e no entorno da Unidade de Conservação Área de Proteção Ambiental da Onças.
O fruto do material colhido será exibido a partir do proximo sábado (dia 21 de agosto de 2009) no programa de 12:30h, conforme previsão dos técnicos envolvidos na captação das imagens e depoimentos.

13/08/2009

APA das Onças conclui o seu Plano de Ação Emergencial

ativistas culturais e ambientais e secretarios Lucélio (Pres. Cam Vereadores, Prefeito Eduardo, Sec. Exc.
Turismo Romeu Lemos, Sebrae Monteiro Renata)
Contando com a participação do Prefeito e Presidente da Câmara dos Vereadores e secretarios da Cidade, Secretario de Turismo do Estado, Consultora do Sebrae Monteiro, Presidente de Cooperativa, representantes de S. S. do Umbuzeiro-PB, e outras lideranças, a Area de Proteção Ambiental das Onças, em São João do Tigre-PB, teve seu Plano de Ação Emergencial concluido.
Este documento, nortea açoes participativas e cooperadas entre instituiçoes para a realização de atividades cujo fim único é manter preservado os recursos naturais, e culturais, do Municipio, agregando valor, neste caso, enquanto produto turítico.
Com este foco, espera-se que seja desviado o sustento de boa parte da economia local, cujo foco é o tráfico de animais silvestres, a transformação de arvores da caatinga em carvão e lenha, e a devastação pela queimada e plantio de monocultura. Fato que vem levando a extinção, não só de uma beleza e apelo cênico capaz de perpetuar por longos anos, mas a propria base de sustento destas pessoas(degradores), pela extinção sumária destes bens públicos naturais e históricos culturais, como são nossas onças, macacos, papagaios e sítios arqueológicos e paleontológicos encontras em abundância no lugar.


Atividades culturais apresentadas durante o evento

06/08/2009

LIDERANÇAS DE SAO JOÃO DO TIGRE PARTICIPAM DO PAE - APA DAS ONÇAS


Contando com a participação de diversas lideranças local, entre elas o Vice Prefeito, Secretaria de Ação Social, Radio FM local, Dança, Teatro, Aboio e outros. A Coordenadoria de Estudos Ambientais/SUDEMA, acompanhado do Gerente Executivo de Desenvolvimento do Turismo da Secretaria de Estado do Turismo construiram o Plano de Ação Emergencial Ambiental.
Em sua primeira fase, os participantes discutiram a necessidade de acesso a Cidade, onde se faz por estradas de barro, em meio a muitos buracos, poeira e pedras. Tal fato, não só impede a chegada de pessoas, mais aumenta o preço dos produtos, entre outras questões até de saúde como a locomoção de doentes (incluindo os turistas). A capacitação empreendedora, e de atendimento, é ponto comum entre todos os produtores, criadores e comerciantes para bem atender ao consumidor. Sendo foco, também, a necessidade de criação de um grande evento que possa reunir agropecuaristas, comerciantes, ativistas culturais da tradição local, como os músicos, dançarinos parafolclóricos, escritores populares e outros.
Foram discutidos diversos assuntos nesta ponte de dificuldades para a chagada da visitação, e apontados outras diversas atraçoes que poderiam somar ao grande potencial ambiental do lugar, quando sanadas as principais necessidades de logistica do lugar. Estas atraçoes foram apontadas como sendo: casas e fazendas tipicas para abrigar os visitantes (pós organização), sitios arqueológicos e paleontológicos diversos, rica fauna e flora de caatinga, renda renascença, "pega do boi", "laço de bode", abioadores, missa do vaqueiro, danças e apresentaçoes tipicas nordestinas e outros produtos da culinaria e comercio local.
No proximo dia 12 de agosto de 2009, no Centro de Vivencia de São João do Tigre, todos esperam a oportunidade de apresentarem as necessidades apontadas para o Secretario de Turismo do Estado, Gerente Regional do SEBRAE, Superintendente da SUDEMA, Diretor do Laboratorio de Arqueologia e Paleontologia da UEPB, Prefeito de São João do Tigre e outros convidados. Neste caso, todos poderam pactuar um acordo na divisão das tarefas para a execução do Plano de Ação Emergencial (2009/2010), melhorando o emprego e renda local e contribuindo para a divulgação e conservação da paisagem cultural, natural e cênica do lugar.

31/07/2009

APA das Onças prepara Plano de Ação Emergencial

A Area de Proteção Ambiental das Onças, em São João do Tigre, Cariri Paraibano esta se preparando para realizar seu Plano de Ação Emergencial, com o intuito de iniciar açoes conjuntas para a pesquisa, preservação e desenvolvimento local de atividades principalmente turistica.
Esta açoes, encaminhadas pela SUDEMA, via Coordenadoria de Estudos Ambientais, vai reunir todos os atores públicos local e interessados em contribuir com o apontamento de PROBLEMAS e POTENCIALIDADES existentes no local, em termos de Natureza, Cultura, Educação e Desenvolvimento.
O resultado será apresentado, em uma segunda etapa, para atores municipais e estaduais com poder de decisão frente aquilo que se faz necessario para as açoes acontecerem. Não eximindo as açoes pontuais dos participantes da primeira etapa, que são, neste caso, pessoas da convivencia diaria no municipio, e não necessariamente portadores de poder para dirigir uma grande ação cabivel a um Prefeito, Secretario, Superintendente ou Presidente de orgãos públicos e privados, convidados a participarem na segunda fase, ou fechamento, do Plano de Ação Emergencial.
A ação primeira, acontecerá no dia 05 de agosto, na sede da Camara de Vereadores Municipal de São João do Tigre, durante a manha e tarde.

16/07/2009

Area de Proteção Ambiental da Onças: um novo começo


A àrea de proteção ambiental das onças é a maior e mais preservada área de proteção ambiental do Estado. medindo mais de 400 mil hectares de terras acidentadas, entre platos, montanhas, batólitos, vales e varzeas. Solos arenosos, pedregosos, argilosos e barrentos. Variando bastante em vegetação, onde se destaca a Caatinga com brejos de altitude, vegetação abustiva, arborea, de estepes e outras formas biovegetais.
Este diversidade de paisagem, divide espaço com uma diversidade de animais do tipo onça, lobo guara, viado campeiro, papagaios, maracanas, gato do mato, e todo o tipo de lagarto, entre outros. sendo destaque também, os mais de 30 sítios paleontógicos, com inscriçoes rupestres e semitérios indígenas, com diversas peças líticas já encontradas. alem de complementar-se com a culutura do povo tigrense, com suas representações de renda renascença (mais de 1.000), jovens trabalhando a dança, a capoeira e as artes em geral.
Também terra de aboio e vaqueiros dos mais tradicionais, a apa e o municipio espera uma oportunidade de capacatição e desenvolvimento local a partir desta potencialidades todas.
Neste caso, acompanhado do Gerente Executivo de desenvolvimento da SECTUR, Luciano Lapa, estivemos no local, afim de agendarmos a montagem de um projeto capaz de colocar os municipes em parceria não só com eles proprios, em busca do turismo de base local, mas também em contato e parceria com orgãos como Secretaria de TUrismo do Estado, Prefeitura Municipal da Propria cidade (disposta a colaborar), Sebrae, Sociedade de Arqueologia da Paraiba e outros convidados a participarem da gestão compartilhada da Area de Proteção Ambiental das Onças.

Rendeiras da Cidade e Escacação de Cemiterio feita pelo Prof. Juvandi

Monumento Natural Vale dos Dinossauros em Processo de (Re)Estruturação


Diante das diversas manifestações públicas, local, regional, nacional e até internacional, acerca da qualidade no atendimento e na estrutura fisica da Unidade de Conservação Estadual Monumento Natural Vale dos Dinossauros, a Coordenadoria de Estudos Ambientais da SUDEMA, apoiados pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado/SECTMA vem implementando uma série de ações a fim de restaurar, ou criar, uma melhor forma de recpecionar o visitante.
Entre as questões físicas pode-se destacar quiosques caindo, dinossauros quebrados, paineis de leitura aos pedaços, pinturas estragadas, sala de vídeo cheirando a cigarro e mofo, com material de mídia danificados, entre outros. No campo dos recursos humanos, condutores voluntarios (sem nenhum vinculo empragatício, de estagio ou convênio) realizando trabalho de funcionário e funcionarios (da prefeitura e do Estado) com uma rotina pratica de trabalho completamente fora daquilo que se espera (e se tem mundo a fora) de uma recepção em Unidade de COnservação da Natureza.
Neste sentido, e para tentar suprir as deficiencias encontradas no local, foi dado inicio a uma capacitação para os funcionarios e voluntarios. Sendo feito também, a construção de um projeto, solicitado pelo Vice GOvernador a SECTMA, com acompanhamento desta Assessoria Técnica a partir da CEA/SUDEMA para a petrobras. Projeto este que, aprovado, será de suma importancia para a recuperação fisica do lugar e a implementação de uma dinãmica social voltado para a conscientização, empreendorismo e pratica social sustentavel a partir do componente historico e identificador do lugar que são as pegadas dos dinossauros.


30/06/2009

Espaços de dialogos socioambientais nas UCs

As Unidades de Conservação oferecem uma oportunidade "impar" de produção, e dissiminação, das praticas ambientais e da democracia participativa atraves de seus mecanismos de gestão.
A Lei Federal 9.985/2000 que regulamenta as açoes dentro, e no entorno das UCs, pede para que espaços públicos e democraticos de discussão sejam criados, e utilizados, na Gestão das mesmas. Atores e entidades, nestes caso, se reunem, discutem problemas, potencialidades e açoes e compactuam soluçoes onde cada qual possa somar forças para beneficio do lugar.
Não esperando tão somente pelo órgão gestor, todos acabam se sentindo parte do problema e da solução e aprendem que cuidar do meio ambiente é tarefa de todos. Neste caso, acabam praticando o CF no seu artigo 225, onde fica expresso que é dever de todos cuidar do Meio Ambiente, colaborando com o poder público. Atraves do Conselho Consultivo, e do trabalho voluntário, pode ser oferecido e despertado temas de relevancia não só para atuação, e responsabilização coletiva, no cenário local, mas também gerar liçoes para toda a vida e lugar. Sendo exemplo maior, a propria questão do aprendizado oferecido em Gestao Participativa nas discussões do Conselho Gestor, sem comentar os temas a serem discutidos como processo de aprendizado para muitos.
Os curso oferecidos nestas, UCs podem, em muito, se tornarem espaços de dialogos ambientais quando, os temas são de aprendizado ambientail com uma pratica local, como cursos de educação ambiental que finalizam com uma ação no entorno do lugar onde o mesmo acontece, p.ex..
Sendo tema de interesse desta Assessoria Técnica as Unidades de COnservação do Estado, a criação destes espaços nas UCs sob regime da CEA/SUDEMA.
para ler mais sobre o tema:


21/06/2009

Chefes de UCs Estadual capacitados


Como complemento ao primeiro trabalho de capacitação, os chefes de Unidades de Conservação
Estaduais, tiveram uma segunda etapa. Desta Feita para discutir novos conceitos e ferramentas
de trabalho dos Gestores, como Direito Ambiental, Educação Ambiental, Gestão Ambiental, Informação Ambiental, entre outros já discutidos em um primeiro momento como Plano de Manejo, Chefe de UC, Gestao Participativa e etc.
Seguindo a Metodologia adota pelo ibama para elaborção do Plano de Manejo, os Chefes entregaram os modulos 1 e 2, e seguem agora para o modulo 3 do Manual Metodologia para Construção do Plano de Manejo confeccionado Pelo IBAMA.
Os trabalhos agora se encaminham para a costrução dos Conselhos Consultivos, naquelas UCs que ainda não tem hum (maioria inclusive), e retomada de trabalhos naquelas que já existiam, porém agora com maior efetividade.

15/06/2009

Vale dos Dinossauro com Conselho Gestor


O Munumento Natural Vale dos Dinossauros, um dos mais importantes pontos turísticos de nosso Estado. Guardando um patrimonio de importancia mundial. O maior rastro de pegadas de dinossauros já encontrado no Planeta. Está (re)criando seu Conselho Gestor.
Criado anteriormente, o COnselho Gestor nao conseguiu se efetivar e teve seu dissolvimento natural pelo desinteresse dos conselheiros em participarem de algo com pouca, ou nenhuma ação pratica efetiva.
Atualmente, já foram realizadas uma reunião pública de trabalho para construção do Plano e Ação Emergencial e uma reunião para crição do novo conselho gestor.
Com capacitação e orientação para a resolução de conflitos, indicação de propostas e acompanhamento de açoes, estes novo conselho deve está oficialmente regulamentado dentre em breve.




Unidades de Consevação Estaduais com Planos de Manejo





Com a entrada do Governador Maranhão, pós afastamento definitivo do anterior, as políticas ambientais do Estado da Paraiba tomaram novos, e acertados, rumos.

Com uma nova equipe, competente e comprometida com a causa, as politicas ambientais se encaminham para recuperar os 6 anos perdidos e colocar o meio ambiente paraibano no caminho certo. O caminho do desenvolvimento economico e social, com sustentabilidade ambiental.

Neste sentido, e buscando retomar aquilo que foi iniciado em sua primeira gestão, nos idos de 2000, o Governador José Targino Maranhão oferece total apoio para a continuidade nos trabalhos em Unidades de Conservação do Estado, em sua quase totalidade, por ele criado (cerca de 80%).
Assim, foi iniciado pela Coordenadoria de Estudos Ambientais da Superintendencia de Administração do Meio Ambiente, os Estudos para a construção dos Planos de Manejo das UCs sob sua jurisdição.
Parque Estadual Pedra da Boca em Araruna, Monumento Natural Vale dos Dinossauros em Sousa, Parque Estadual Marinho de Areia Vermelha, Area de Proteção Ambiental Tambaba e outras UCs estão capacitando seus Chefes e discutindo em conjunto os métodos e tecnicas e realização do Referido Documento norteador das açoes nestas areas protegidas.
Com cronogram pre-definido para encerrar seus trabahos, toda a equipe segue buscando retomar os trabalhos de gestão nestas unidades, iniciadas no Governo Maranhão 1 (hum) e inviabilizadas durante os seis anos do governo sucessor.